terça-feira, 17 de maio de 2016

Seres modernos


Não, meus amigos, não foi o Lord Miguel Fernandes que abriu o paint, mesmo agora, e desenhou. Eles acham mesmo que isto é que é ser moderno.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Streetar-te*




Ofereço garrafa de Pedra Cancela e um vídeo potenciador de ego (à Dr. Sobrado) a quem indicar a "parede substituta" que a autarquia vai lixar para descarregar a frustração do núcleo de propaganda.
 
*Streetar-te é o fenómeno que consiste em alguém, no decurso de uma discussão, puxar da cartada "Ruas" contra um Presidente de Município claramente não preparado para ser comparado com o ex-presidente do Município de Viseu. 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Do it yourself

 
Dr Jorge Sobrado, o "Do it yourself" só funciona no panque, no indie, no garage e que eu saiba, Dr. Sobrado, Almeida Henriques nunca foi indie. Como diz o Dr. Ruas, esse sim um homem capaz de trautear os blues do delta do dão, "é preciso mais concretização e menos anúncios".

sexta-feira, 8 de abril de 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

Municipal Parolismo

 
 
 
Em Português, livre de sotaque viseense, colocaria a seguinte questão: "O que é ser viseense?"
Estou certo que do Rossio não chegaria uma resposta satisfatória, provavelmente ela também não chegaria de outro lugar, é natural. "Ser viseense" significa muita coisa e o seu contrário. "Ser viseense" não é para todos, tem muito que se lhe diga, é um pouco como ser Rebelo de Sousa. É ser contra o acordo ortográfico e falar com sotaque, ao mesmo tempo que se é a favor e se fala sem sotaque. É beber zurrapa do Dão ao mesmo tempo que se elogiam as melhores quintas da região. É assar uma bifana, do porco que se matou em Póvoa de Sobrinhos, porque o  Big Mac não puxa carroça. É elogiar o comercio tradicional enquanto se compra um par de cuecas na Zara porque elas "estão mesmo em conta" e afinal de contas o dinheiro não estica. Ser Viseense é tudo isto, o seu contrário e mais alguma coisa que se queira atirar lá para dentro, mas também é ter orgulho na tradição. E a tradição está aí, na nossa visão do mundo, na nossa etnografia, também no nosso sotaque. Todos conhecemos alguém que fala "achim" e simpatizamos com esse alguém, não nos sentimos vexados por ele, sabemos que somos família de sangue, não temos vergonha dos nossos. Nenhuma região se deve envergonhar da sua cultura. Irmos todos modernos à BTL mas estampar num hoodie -também ele muito moderno- algo como "Em Bijeu não se fala achim", além do provincianismo preconceituoso que revela, só pode significar uma de três coisas:

a) Não ter respeito pela tradição oral - Algo perigoso;

b) Querer ser pós-moderno mas não passar da superfície - O que apenas revela mediocridade;

c) Querer apoucar algum vereador ou outro viseense anónimo - E isso é censurável.


sexta-feira, 4 de março de 2016

Comboio

(Foto daqui)
 
"O comboio não apita duas vezes", sem novidades, fica a dica para título de um possível romance -ah, faltam romancistas para isto ser uma cidade civilizada- ou mesmo do próximo filme do António-Pedro baseado numa terra do interior em que cem mil almas, num apeadeiro apenas existe nas cabeças dos próprios, esperam por um comboio que nunca chegará!

quarta-feira, 2 de março de 2016

B(i)T(e)L(á)


Hoje, na BTL, o Presidente, de facto, Dr. Sobrado a mostrar ao Primeiro-Ministro, de fato, Dr. Costa a obra levada a cabo em Viseu durante este mandato, obviamente, tal só é possível recorrendo à realidade virtual

terça-feira, 1 de março de 2016

Visexit


Viseu gritou independência em relação ao Turismo do Centro, tendo este momento ficado conhecido como "O Grito do Pavia". Se é verdade que o Turismo do Centro, neste momento, representa uma vasta região em que vai de Fátima a Aveiro, passando por Coimbra e Serra da Estrela, menorizando Viseu, não vejo como a cidade possa competir sozinha fora do quadro regional. No entanto, nem tudo é mau, está mais próximo o dia em que nos encontraremos na clandestinidade, entre o Caramulo e a Estrela, a marchar sob a farda do renovado Exército de Libertação na Beira Alta. Orgulhosamente Beiraltinos, Independência ou Morte. Visexit Já!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Núcleo de Comunicação e Censura

 
 
Pago um copo a quem, não tendo sido mal-educado, não sendo militante do PSD ou bajulador, já comentou no Município de Viseu e não foi banido. São tão poucos que estou certo que com três tristes euros resolvo o assunto.
 
 
PS: Dr. Sobrado, bote mão nisso que a censura é um acto vergonhoso. Se os colaboradores da C.M.V não têm capacidade de resposta, o mercado de trabalho está cheio de gente capaz para cumprir a função. Com mais competência, ganhava o seu gabinete, ganhava o município, ganhavam os cidadãos.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Cidade-Mundo


Um viseense dá conta que os Jardins Efémeros não são para meninos quando olha para o cartaz do Primavera Sound 2016 Barcelona e percebe que já viu uma parte destas bandas na santa terrinha. Isto não é cidade-região é cidade-mundo!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Duas sem três

Na C.M.V deviam apostar em alguém formado, ou até mesmo com um curso de direito, assim isto já não acontecia e evitavam-se problemas não só de natureza moral como legal. Apesar da hora tardia a que publico, espero que a oposição, desta vez, não se encontre a dormir. Será desta que há duas sem três?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Att. Dr. Sobrado

Pssst... Pssst... Dr. Sobrado! LEIA ATÉ AO FIM depois, discretamente, arrume o iPad na gaveta mais próxima, certifique-se que não está mais ninguém na sala, olhe, com cara de caso, para o Sr. Almeida e diga - em tom de voz convicto e brilho nos olhos "Senhor Presidente, tive a ideia mais genial que algum conselheiro teve. Vamos fazer isto". Ao dizer "isto" será importante desenvolver a ideia que se encontra no link, mesmo aqui. Ele -o Sr. Almeida- vai dizer "não, nem pensar", obviamente vai ter reservas, vai menear a cabeça indiciando a possibilidade de um parecer negativo. Mantenha a calma, respire fundo, afinal de contas ser conservador faz parte da natureza de qualquer presidente. Para inovar nasceram os conselheiros, li isto no Eça, creio. Agora não estou certo. Às tantas, os conselheiros também nasceram para ser conservadores! Como se chamava mesmo o tipo d'O Primo Basílio? Ah, o Acácio, era isso, eu sabia! Mas, adiante que estamos a perder tempo com tretas e acredito que, na literatura, não faltarão exemplos de conselheiros bem arrojados. Também acredito piamente na sua capacidade para convencer o Sr. Almeida que este é o caminho. Se entender necessário, diga-lhe que, com essa medida, vai cair nas boas graças da população que não vai em festas, tampouco frequenta festas. Bolas, se ele não perceber a ironia, do plano que acaba de propor, não perceberá nada e, então sim, merecerá pagar portagens sem desconto. Tomada a decisão deixe o Sr. Almeida açambarcar os créditos, como um venezuelano açambarca os ultimos vinte e três litros de leite na fila de um qualquer supermercado de Caracas, sabemos como os presidentes podem ser sensíveis e não queremos birra no dia de apresentação da -sua, sabemos nós- proposta. Vá, iPad na gaveta. Mãos à obra que acredito na sua mão-de-obra!
 
 
 
 
PS: Nunca, por nunca, refira que leu isto na sua Tribuna preferida! 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Grão Vasco

Gente inteligente deve visitar pelo menos duas vezes o Grão Vasco, daí para baixo as visitas devem sempre a dobrar.
 
 
Adenda: Avisem o Dr Sobrado, que por razões obvias apenas visitará o Grão Vasco duas vezes, que o artifício "Cidade-região" é fogo-fátuo, não cola, é aldrabice, tanga, pantomineirice. A prova é, ao fim de quase 3 anos, apenas a autarquia o usa sem que ninguém lhe atribua qualquer significado. Não estraguem vídeos promocionais de valor com palavras sem valor, correm o risco de ninguém acreditar no que promovem

domingo, 10 de janeiro de 2016

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016