quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz Ano Novo

"Gostava de lembrar
a gerência
que as bebidas estão aguadas
que a rapariga do bengaleiro
tem sífilis...
que a banda é formada
por facínoras SS
No entanto como é
véspera de Ano Novo
vou pôr um
chapéu de papel
na minha concussão e dançar"


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Ainda a ETAR

Bem, significará isto que, fruto da herança do Dr. Ruas, ainda vamos assistir ao/à enésimo/a lançamento/visita/inauguração da ETAR?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Baptismo

Boa! Já só faltam voos para a Portela e, se queremos muito captar turismo, para o Sá Carneiro.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Tinto nas Letras

Só lê quando já está com um copito a mais? Nesse caso, Tinto no Branco é o Festival Literário à sua medida. Venha a Viseu, beba uns copos, leia a dobrar.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Reflexão Eleitoral

É este fim-de-semana que tem lugar o happenig mediático do ano. Se, até Dezembro, Ronaldo engravidar uma mana Kardashian, este evento desce um lugar na lista de mediatismo.
Para o português verdadeiro, aquele que é cantado por TochaPestana e que acredita que Feirar está no sangue, a ida às urnas é a estocada final que vem acabar com semanas de sofrimento do bandarilhado touro-eleitor.
Se esta campanha provou que há mais agilidade intelectual em vinte minutos de Big Brother do que num debate Costa - Passos, estas semanas tiveram o condão de transformar a leitura de jornais, a consulta de redes sociais ou o visionamento de um noticiário em momentos de tortura ao nível de um filme de série B. O sofrimento está a acabar, tenham fé, é já Domingo. 
Eu sei que sábado é o dia dedicado à reflexão, mas macho que é macho não tem essa capacidade, muito feminina, de operar em "modo multitarefa", assim, como estarei ocupado, faço aqui -frente ao leitor- a minha reflexão.
A nível nacional será difícil atribuir o meu voto a quem ao fim de quatro anos não conseguiu, ou não quis, ir além do memorando.Não posso premiar quem perdeu a oportunidade de fazer um corte nas gorduras do Estado, um corte no rendismo, uma aposta séria na educação -pós programa-novas-facilidades- e ao invés apostou as fichas todas no estreito caminho do aumento de impostos, deixando o alegado pendor neoliberal e reformista na gaveta do esquecimento. Do outro lado, temos uma esquerda liderada por um PS fraco que ainda não fez o mea-culpa da última bancarrota. Nestes quatro anos, a esquerda lusa viveu na esperança Grega do Syriza, até o próprio Syriza cair na realidade Grega. Após a "capitulação" a Berlim, a esquerda internacionalista, ficou sem discurso ou alternativa. Costa é, por estes dias, um fantasma daquilo que poderia ter sido e para fantasmas chega Sócrates.
A nível local, com reais possibilidades de eleger um ou mais deputados, temos a Coligação e o Partido Socialista e aqui estão as duas grandes listas de bloqueio ao distrito. Se em Portugal não se discute a Europa, em Viseu não se discute Viseu -Ponto Final- Não há novidades. Em termos pessoais, nenhum dos candidatos faz a diferença. À falta de um Boris elegemos gente que aspira à aurea mediocritas, deprimente é o adjectivo.
Ok, diz o leitor mais revolucionário, podemos investir no voto de protesto. Eu respondo que sim. Mas se aplicar o mesmo tipo de exigência, que aplica aos partidos mais representativos, rapidamente surgem exemplos de estarmos perante miniaturas radicalizadas do centrão: Basta consultar o vídeo de apresentação do MPT (Viseu); ter em conta que o Partido do Marinho será sempre e só  "O Partido do Marinho"; atender a que os candidatos do Livre, nas primárias, apresentaram candidaturas para concorrer por outros distritos. O cenário é negro. Ainda não chega de votos de confiança a quem parece incapaz de nos representar?
Restam duas alternativas: A revolucionária abstenção ou o conservador voto em branco. A abstenção poderá ser entendida como válida, na medida em que votar será sempre um acto de legitimação a um regime que já faleceu mas do qual teimamos em não nos despedir. Para quem faz questão em cumprir o seu direito, votar em branco será a solução mais saudável perante o cenário que nos é proposto da esquerda ao centro, visto que a direita já desapareceu do mapa eleitoral e o liberalismo, nesta margem continental do Atlântico, nunca floresceu.
Porque o futuro não está nas juventudes mas na juventude, votarei na jovem mais excitante que descobri por estas semanas, Pupinia Stewart.

(Publicado originalmente aqui)
 


terça-feira, 29 de setembro de 2015

A Arca de Almeida


Se fosse tinto a autarquia já estava a promover esta imagem. É água, vamos fingir que não aconteceu.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Entrevistas que nunca fiz

Jornalista: "Distrito de Viseu, o que diria, aos militantes locais, sobre as listas de candidatos apresentadas para sua representação na Assembleia da República?"
 
Distrito de Viseu: "A resposta é simples. Caro militante, defender as listas que o seu partido apresentou, não é apenas ser obtuso, é magoar todo o distrito. As últimas listas não eram boas, mas estas infelizmente são piores.
Portanto, antes de pegar na sua bandeira e desatar a correr feiras, romarias sagradas ou profa...nas, pare. Pare e pense em trabalhar em nome do distrito.
A propósito, já referi quão má é a lista do seu partido? Nesse caso, lamento voltar ao assunto, mas a lista do seu partido é mesmo muito má. Até pode nem repetir este mantra à frente dos seus camaradas de partido, mas, no fundo, o meu amigo sabe que a lista que apoia é má, terrivelmente má.
É certo, trabalhar pelo distrito não dá um ordenado famoso nem anima o ego - sei o quanto gosta de contar os likes, dos camaradas, nas selfies- mas dormir descansado, sabendo que fez o que era necessário pelo distrito, tem de valer alguma coisa.
O meu amigo, como militante, apenas se limita a ajudar o seu partido. Não poucas vezes, é um mero instrumento da vontade de terceiros; essa vontade, todos sabemos, raramente se cruza com as necessidades do distrito.
Neste momento, o seu distrito precisa do seu apoio. Portanto, faça o que é correcto. Liberte-se do espartilho que nos encrava. Deixe a bandeira para o estádio -apoie sempre o seu clube local-, meta mãos à obra e, por uma vez na vida, participe algo maior que a vontade do seu cacique."
 
 
In: pág 412; Entrevistas que nunca fiz - A miserável vida de um repórter de guerra em tempo de legislativas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Feira Anual de Viseu


Nos últimos dois anos, na Feira Anual de Viseu, temos a assistido a situações que demonstram alguma (estou a ser simpático) falta de respeito para com os artistas locais. Nesta edição, a organização, trilhando novos caminhos, voltou a inovar. A história é simples: um artista plástico que cedeu a sua obra, à organização do evento, para uma exposição foi convidado a comparecer à inauguração, da mesma, com a ressalva de pagar bilhete à entrada.
 
Caro Dr. Almeida Henriques, amigo Sobrado, sôdona Odete, o problema não está no valor do ingresso. O problema é o desprezo, para com os artistas locais, que a vossa organização, ano após ano, teima em demonstrar.
 
Dr. Sobrado, confio que, fruto da sua competência, a situação será rectificada e que nos próximos anos não se repetirão situações similares.
 
Um forte abraço de amizade.


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Ainda a Revista Municipal

Partilho um texto, bastante certeiro, da autoria de Ricardo Bordalo. Sem prejuízo para os demais, este texto deve ser lido, pelo menos, duas vezes por beirões inteligentes; umas seis vezes, em voz alta, no Núcleo de Imagem e Comunicação do Município de Viseu; e de oito vezes para cima, de forma individual, pelo Executivo Municipal.
 
 
  "Vi hoje, pela primeira vez, a nova revista municipal de Viseu. Porque me chegou à caixa de correio. A questão não é Viseu merecer melhor. A questão é Viseu não poder ter uma revista municipal tão má. E porque se sabe quanto é que aquilo custa.Parece que a coisa já tem uns tempos. Não vi em lado nenhum quaisquer comentários a esta publicação. É muito má. Mesmo muito má!. Deve ser por isso. Ou porque a opinião generalizada é que é boa??! Ou porque o respeitinho é muito lindo. E porque, numa cidade como Viseu, não dizer é o melhor caminho. Por causa das coisas. Mas eu, que sou mesmo muito bom a fazer amigos, garanto que aquilo é mau nos conteúdos, é mau no grafismo e é mau pelo triste e provinciano retrato que faz do concelho! É um trabalho amador, mas, essencialmente, a sua construção não foi precedida de uma coisa que não carece de especialização: olhar em volta e ver o que se faz noutras paragens... é uma revista mal pensada. E isso é irrecuperável!"

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Viseu Revista Municipal

Recebi um dos quarenta e cinco mil exemplares da Revista Municipal. Na capa, Tó-Pê Vasconcelos parece estar numa trip de ácidos (das boas), Ricardo Pereira (com a mesma trip) parece apontar para uns teletubbies imaginários, Soraia Chaves apenas aparece vestida. No interior, a entrevista ao realizador, mais que do que bem conduzida, foi conduzida. Negativo, não havia bilhete para área VIP (a tenda onde está o melhor Dão) da Feira Anual. Na "Sopa de Letras", da página 40, de trás para a frente, na diagonal, é possível encontrar ODETE ou melhor:
                                   "E
                                      T
                                        E
                                          D
                                            O"

Não tem soluções, não sei se é uma palavra considerada válida.



PS: Alguém avise o Dr. Sobrado que ainda não fui contactado pela Soraia.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

As Listas

Foram apresentadas as listas de candidatos às próximas legislativas no universo dos partidos que constituem o arco do poder.

Existem diversos tipos de análise possíveis e válidos. Como abordagem mais fascinante, surge-me, desde logo pela sua proximidade, a visão local. A simplicidade das legislativas começa no sentido em que o deputado é o máximo representante das vontades de uma região no parlamento nacional. Portanto, neste artigo, o que interessa é entender o que nos calhou em, boa ou má, sorte. Para quem espera uma análise nacional, uma consulta ao Expresso ou mesmo ao Público dará melhores resultados. Afinal de contas esta é a Tribuna de Viseu.

Relativamente às listas, entre 2011 e 2015, existem diferenças assinaláveis. Facto que "per se" poderá ser positivo, mas o tempo encarregar-se-á de desfazer todas as dúvidas.

Segundo os indefectíveis, de ambos os lados, "(todos) os candidatos têm percurso político inatacável ou um curriculum profissional invejável. A política baixa de faca na liga não existe; é tudo má-língua". Está provado que na era do TIDAL a K7 pirata continua a fazer vítimas.

De acordo com os realistas, o distrito uma vez mais sai derrotado.

Saiu derrotado na coligação. Quando três, dos quatro primeiros lugares, são indicados a nível nacional, algo vai mal. A distrital, de Mota Faria, limitou-se a indicar o "Político Profissional" e a ver a ex-autarca Isaura relegada para o fundo da lista, substituída por uma jovem desconhecida. Entre Faria&Alves estão nomeados os derrotados da coligação.

O CDS-PP foi CDS-PP e, como CDS-PP, garantiu o lugar de Hélder Amaral.

No PS a derrota é tanto mais clara como pública. Em terra de desconfiados, a cabeça de lista é uma simpática forasteira que entre Pastéis de Vouzela e Pastéis de Tentúgal estará mais familiarizada com os últimos. Tendo sido excluído o peso pesado Junqueiro, ou mesmo Acácio, o sectarismo foi convidado de honra. Também por isso estalou o verniz numa carta assinada pela líder da concelhia de Viseu. Numa altura de medos e tacticismo, honra seja feita, Modesto surpreendeu pela coragem.

Neste particular, Mota Faria fez Borges parecer um amador profissional. Em campanha, pelas ruas do distrito, aos brilhantes dirigentes da coligação, de modo a saírem vencedores da contenda, bastará afirmar: "A nossa lista é fraca, sim. Mas já olharam bem para a lista do PS?".
Já as boas gentes do distrito devem entender as legislativas como uma espécie de derrota sazonal. Aconteça o que acontecer sabemos que não vai ser bonito e temos a forte suspeita que nas próximas ainda será pior.

Adaptado o texto original publicado em: Rua Direita

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Deputados Imperativos & Categóricos

Algures, nesta entrevista, deve existir uma analogia com a noção kantiana caciquiana de dever, que, tanto eu como o entrevistado, falhamos em alcançar. A formulação do imperativo categórico seria desta ordem:"fala sempre de modo a que se o teu patrão estiver a ouvir aprove". Mas de filosofia eu nunca percebi nada.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Incubadora

Ontem, por preguiça e nada mais que preguiça, ficou por fazer a referência positiva à chegada do "Centro de Desenvolvimento" da Bi-Silque à re-inaugurada incubadora de empresas. Aos interessados, mantenho as minhas propostas de negócio!

sábado, 20 de junho de 2015

Só desisto se Ruas avançar!

 
Ontem, pela fresquinha, uma notória militante socialista, lançou a primeira pedra da vaga de fundo ‪#‎MiguelFernandes2017‬. A minha primeira reacção foi de recusa natural, pois nunca senti o apelo de pugnar pela virtude da causa pública, principalmente quando todos sabemos que a dita perdeu a virtude em meados do século passado às mãos de um qualquer republicano.
No entanto, nas últimas 24 horas, tudo mudou, fui abordado e contactado por milhares de viseenses, mais ou menos anónimos, e restantes forças vivas da cidade que fizeram questão de mostrar todo o seu entusiasmo e apoio a esta "causa", à nossa causa, à causa de Viseu. Deste modo, após consultar a família e amigos mais próximos, empurrado por esta imensa mole humana, sou obrigado a render-me perante as evidências e a fazer da vossa vontade a minha vontade.
Devo deixar claro que não faço isto por mim, faço isto por vocês e acima de tudo faço isto por Viseu, apesar do grande transtorno pessoal que esta decisão acarreta.
Meus amigos e apoiantes de primeira hora, este não vai ser um caminho fácil, vamos ser torpedeados com acusações vis, por parte de quem, na vida, não faz mais do que criticar, mas estamos preparados. Perante as circunstancias e o estado a que o concelho chegou não podemos falhar. Por vocês e por Viseu, falhar não é opção!
Para trilhar o caminho do sucesso conto com o vosso apoio moral e, mais importante, financeiro, para que tal apoio se materialize envio o NIB por msg privada.
Meus caros, está dado o tiro de partida -que, do fundo do coração, espero que atinja algum dos meus adversários - rumo a 2017.
 
Menos Vinho, mais Viseu; Menos Comunicação, mais Discussão!
 
Viseu Ontem, Viseu Hoje, Viseu Amanhã!
 
#MiguelFernandes2017
 
PS: Peço desculpa, mas este ainda não deve ser o cartaz final!

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Feira Anual

 
Mais um ano, mais um golpe de génio; depois do "Nós Feirar" o "Nós Espancar". Ó génios das beiras, pela santinha, ninguém está frustrado com a "Feira Anual de Viseu", isso faria tanto sentido como estar frustrado com sardinhas em lata ou com a cultura da zurrapa que tanto promovem. A frustração é bem mais profunda é relativa à gestão/organização do evento. Agora vamos com calma e não tentem parecer moderninhos levando ao ringue um responsável pela gestão vs povo.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

O Plano B

Em exclusivo, "A Tribuna" apresenta o Plano B: Pagar para alguém ficar com o hostel, oferecendo o funicular, como quarto extra, e a incubadora, como sede fiscal.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Ainda o Hub de Lordosa


Lordosa - Tires - Lordosa por 103 euros! Por este valor, tendo em conta os valores praticados na rota Porto - Lisboa, é bom que as hospedeiras venham num calendário Pirelli [recente], que haja passadeira vermelha e bebidas à descrição no Gonçalves Lobato.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

sábado, 23 de maio de 2015

Vandalismo Esclarecido


Primeira acção de protesto da Associação de Graffiters Viseenses contra grafitters vinhateiros [da zurrapa e do carrascão].

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Fala o povo

"(...) Já é uma cidade aberta à arte urbana com o evento que há aí dos Jardins Efémeros... tem bastante abertura para a arte urbana."

Empate, qual empate?

Pegaram no caso. Mas não há qualquer empate, quando o marcador regista: Ruas 1 - 3 VSB.

"3?" - Perguntam os meus amigos.

"Vá, façam a investigação como deve ser, não é difícil dar com o elefante na sala." - Respondo eu.

Despesa Pública


 O de Oeiras, o de Viseu e a equação por fazer.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Esperar por Lisboa

 
Ao escrever o último post [aqui não há link, contrariem a preguiça e vejam abaixo], percebi que falhei na mesma medida em que a imprensa local falhou. Se é bom saber que não estamos sozinhos na preguiça é lixado perceber que se queremos ser informados temos de esperar por Lisboa.

Diz-me quem bloqueias...


Este Blog é editado por um Hitchcock em potência! O suspense está a matar-me... "A Tribuna" também está bloqueada? A autarquia que não faça a desfeita de me deixar de fora.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Autarca Modelo

 
Almeida Henriques, passo a passo, está a transformar-se num autarca modelo dos anos 90.
 
Existem dois pequenos problemas, a saber:
 
1º: Fernando Ruas é o posterboy dos autarcas modelo edicão de 90. Na comparação, Almeida Henriques sairá sempre a perder.
 
2º: Estamos em 2015. Temos o Tidal e o revivalismo apenas diz respeito ao vinil. Por agora, a K7 pirata descansa no baú do tempo em que éramos inocentemente foleiros e desejamos que tão cedo não saia de lá.

Não acreditem no hype II


"poderia dizer "Lamento mas...", ou nem isso, mas seria mentira.
de faCto nem sequer lamento.

para mim, a 'street art' é uma forma de comunicação que implica IN...TERVENÇÃO.
pressupõe a partilha pública de uma opinião, de uma atitude, um 'statement'.
por isso, neste contexto, não entendo o conceito de 'encomenda', muito menos o de 'encomenda-com-tema'.
vou usar um exemplo DE viseu: o 'coração apertado' da Liliana Rodrigues só faz sentido porque é 'apertado', precisamente aquilo que lhe retirou uma suposta mas inconseguível unanimidade, que ela, provavelmente, nem sequer procurava, mas que seria de esperar numa obra feita 'com licença'.
por isso faz sentido;
por isso é INTERVENÇÃO e por isso é que gosto tanto dele.

assim, vamos ter em viseu meia dúzia de jovens artistas, alguns deles muito bons, que vêm cumprir um programa.
seria fantástico se os tivessem convidado para virem e dizerem o que pensam da trampa que vai por este país fora.
assim, sem cheiro, será apenas 'fixolas'.

p.s.: em viseu também há artistas."

De: Carlos Salvador

terça-feira, 12 de maio de 2015

Prémios Anthony Weiner


Estão abertas, a todo o distrito, as candidaturas ao Prémio Anthony Weiner 2014. Se é político e tem cueca cafona concorra já, não é preciso saber fazer!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Hollywood das Beiras


Sobre isto, vejo-me forçado a avançar com as questões que ninguém teve coragem de colocar:

1ª: Soraia Chaves é a protagonista?

2ª: Se respondeu "Sim" à questão anterior: Com muita ou pouca roupa?

3ª: Se respondeu "Não", à primeira questão, ou "Muita", à segunda: Terá o filme algum interesse?

4ª: Numericamente qual o significado exacto de: "O município de Viseu é o principal parceiro"?

5ª: Esta é mais uma "oportunidade imperdível" ao nível de Remédio Santo?

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Fala a JS

 

Entretanto, numa cidade em que se apelida o silêncio de "discussão política", a JS é das poucas -por vezes a única força política- que se vai fazendo ouvir: "Uma gestão mais participada da cidade não se deve apregoar mas sim cumprir."

quinta-feira, 23 de abril de 2015

***

Leitor - "A oposição é assim tão má?"
A Tribuna - "Não. Pedro Baila Antunes, que vou seguindo com atenção, surpreende pela positiva. E Filomena Pires é já uma certeza."

terça-feira, 21 de abril de 2015

Chamem-me Bruxo

Guilherme, sempre acreditei na tua absolvição: "até ao momento, Guilherme Almeida tem todas as razões para não entrar em pânico, afinal de contas a decisão está nas mãos da academia. Exacto, o leitor acertou, o juiz deste caso é o mesmo instituto que conferiu o grau académico. Ironia? Não, apenas uma característica lusa. Partindo do princípio que dificilmente alguém decidirá contra “a casa” em causa própria, o assunto está resolvido. Um brinde ao mestre."

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Todo um programa

Em Viseu é relativamente fácil ter a certeza que podíamos fazer parte dos Gato Fedorento e ganhar a vida a escrever rábulas como: "Programa? Que Programa? Qual Programa? Onde está o Programa?".  Por isso, estou-vos eternamente agradecido.

sábado, 18 de abril de 2015

O meu Orçamento Participativo



Já tenho orçamento, participem! Aceito cheques, transferências bancárias, dinheiro vivo, contactos de primas afastadas (jeitosas).

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Meio cheio


A pergunta: A sala prevista estava ocupada ou eram realmente poucos?

A sugestão: Numa próxima visita, por módica quantia, alugo a garagem. Cabem todos e o impacto visual é consideravelmente maior.

Tudo na mesma

Novidades não há! Tudo em Lisboa.

Viseu Primeiro

Sobrado, imagina o potencial disto em comunicação! Não só metes essa malta a poupar como mostras que vivem no séc XXI.

Ps: Agora digam que não dou boas ideias

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Viseu é o nosso jardim

Está na hora de cuidar dele, contribuam!

Enquanto a oposição dorme...

As perguntas que interessam estão aqui:

"O Município de Viseu retoma as reflexões sobre o Centro Histórico de Viseu no final da semana.
Em 2014 foi apresentado o Plano de Revitalização do Centro Histórico de Viseu como sumula de 152 propostas concretas recolhidas em 11 sessões públicas.
No momento da apresentação, Almeida Henriques afirmou ter sido uma "experiência ganhadoura" . Que "dá trabalho, mas dá bons frutos".
Passado quase dois anos, não esquecendo que o Centro Histórico foi classificado como a prioridade para o actual mandato, ainda esperamos os "bons frutos".
Assim, entende-se que a conferência será o espaço e local ideal para responder às seguintes questões:
- Porque razão nenhuma das medidas anunciadas foi concretizada?
- O que irá fazer daqui para a frente o Sr.Presidente para honrar o seu compromisso, de revitalização do Centro Histórico de Viseu?
- O Sr.Presidente quer um Centro Histórico em que é possível viver ou é favorável à incompatibilidade actual?
- O Sr.Presidente estará do lado da defesa dos direitos dos moradores do Centro Histórico de Viseu ou continurá a permitir a progressiva desertificação do Centro Histórico?
 
Será importante a reflexão mas será sempre inútil se não for acompanhada de acção própria de um executivo."

sábado, 11 de abril de 2015

Um Sábado a dar-lhe...

... no Agostinho: "Nenhum político deve esperar que lhe agradeçam ou sequer lhe reconheçam o que faz; no fim de contas era ele quem devia agradecer pela ocasião que lhe ofereceram os outros homens de pôr em jogo as suas qualidades e de eliminar, se puder, os seus defeitos."

sexta-feira, 10 de abril de 2015

terça-feira, 7 de abril de 2015

Recato nunca matou ninguém!

 
No fim de 2012, por razões no mínimo infelizes, escrevi um texto -Politização da Caridade - chegados a 2015 poderia voltar a escrever exactamente as mesmas palavras, com as devidas adaptações, sem correr o risco que este tivesse perdido o seu sentido original. Fica a certeza que na forma como se encara a vida política local nada mudou. Almeida Henriques não é o esperado passo em frente em relação ao Dr. Ruas, como as suas acções nos fazem questão de provar, é antes um passo em falso, um autarca prestidigitador munido de pólvora-seca-comunicativa. Só posso esperar que, daqui para a frente, façam questão de provar que estou enganado.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Dia 1 de Abril

Até doeu aqui, dahm!

Autarca do Ano

Este ano, tal como o ano passado, a Associação Portuguesa de Viseenses decidiu, por unanimidade, não entregar o prémio de Autarca do Ano. "Desde que Ruas saiu, os Viseenses, não encontram motivos para tal" foi assim que Mota Faria, presidente associação, justificou novo cancelamento da organização que nos últimos 30 anos entregou 28 prémios. Assim a gala, sob o tema "Basta de Tortura, Santana prá Cultura", não se realizará! De registar que do total de prémios atribuídos, Fernando Ruas apenas ganhou 28.

domingo, 29 de março de 2015

Domingo

Meus caros, sabendo da vossa infinita boa vontade, de novo, aproveito para abusar. Tendo acabado de ler tudo o que tinha em lista de espera, encontro-me a aceitar ofertas de livros (p.f. apenas enviar obras que comprovadamente valham tanto o esforço de leitura como o de as ir buscar aos correios). As senhoras, entre os 25 e os 35 anos, podem e devem "esquecer" fotografia, em trajes menores, nas paginas interiores, devidamente autografada e com informação de contacto.
 
Para sempre agradecido,
 
O vosso Miguel Fernandes.
 
 
Para mais esclarecimentos contactar via e-mail.

sábado, 28 de março de 2015

P.U.A

 
Numa iniciativa positiva, pois o espaço carece deste tipo de intervenção, a autarquia plantou 50 pinheiros mansos junto à estrada que delimita o "Futuro Parque Urbano da Agueira". Passado uma semana, fruto de alguma "proactividade" da sociedade civil, quantos restam?
 
a) 50%;
 
b) 30%;
 
c) 15%;
 
d) Nenhum.

Assim, assumindo que, a breve prazo, a autarquia irá repor as árvores em falta, de modo a evitar a repetição da "brincadeira", deve apostar em plantar árvores mais desenvolvidas ou, em alternativa, realizar a intervenção no interior do Futuro P.U.A, protegendo-se melhor da "diligência dos amigos do alheio".

Que fique claro, esta iniciativa autárquica tem tanto de importante e louvável como a "iniciativa privada" tem de condenável.

Sábado


terça-feira, 24 de março de 2015

Orçamento Participativo

 
Por estes dias, alguma coisa corre seriamente mal no gabinete de comunicação da autarquia. Não é normal que às Segundas, Quartas e Sextas se calem os cidadãos e às Terças, Quintas e Sábados se espere a sua participação. Dificilmente se pode ser mais ambivalente que isto, caro Dr. Sobrado.

Sobre o Orçamento Participativo de 2015 resta esperar que, relativamente ao ano anterior, seja mais participado e que, efectivamente, sirva para apoiar novas ideias e não para "cobrir" promessas eleitorais por cumprir.

Ainda sobre o "Caso Miranda", a autarquia corta o direito à palavra a um cidadão e não há consequências? Mais uma vez a oposição e a imprensa são apanhados a dormir?