terça-feira, 16 de dezembro de 2014

VSB 2.0


Almeida, este ano tenta mandar pausa de caneco na mão e pellets em brasa. A cena fica mais cosy e o speech do Blackadder da visa, Sobrado my brotha from anoda motha, parece menos fake.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Um apontamento

Caro Dr. Almeida Henriques,
 
Fica evidente que algo vai mal quando alguém como eu lê o texto, de hoje, do Dr. Junqueiro, no Diário de Viseu, e concorda em absoluto com tudo o que foi escrito, da primeira letra ao último ponto. Nunca ocorreu, nem mesmo no tempo do Dr. Ruas. Espero que trabalhe para que isto não se repita, porque o caso é sério. 

O que Viseu (não) tem?

Dito assim não sou gajo para desmentir.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Orçamento Participativo

 
Caro Dr. Almeida Henriques,
 
Venho, por este meio, arrematar os dois próximos orçamentos participativos [2016-2017].
 
Lanço esta ideia imbuído do espírito missionário que sempre me levou a ajudar quem nos governa (particularmente na área da cultura), poupando assim V. Exaª a futuras maçadas; tais como ter de atender às propostas irrealistas que os meus concidadãos teimam em fazer sempre que têm a oportunidade de manifestar a sua vontade sobre como gastar dinheiros públicos.
 
Para esta minha modesta ideia chegar a bom porto, conto com o total apoio do seu executivo, em particular do vereador Guilherme - o meu BFF-, do Dr. Sobrado, bem como de toda a oposição.
 
Saudações natalícias,
 
Miguel Fernandes.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Bem está Almeida Henriques


Bem tem estado Almeida Henriques, ao não ir na conversa de novo rico e desbaratar dinheiro público a mudar de carro de serviço. Seria fácil, para um autarca novo, invocar uma qualquer razão irrealista, como por exemplo gostar do conforto de carros franceses, e assim trocar de veículo. Ao fim de um ano, bem tem estado Almeida Henriques.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Há névoa na cidade

Ao fim de um ano e pouco ainda estamos a tentar delimitar a fronteira entre onde termina a festa e onde começa o raio de acção da política cultural do actual executivo. O que foi divulgado, até à data, é manifestamente curto para uma cidade que se quer o terceiro pólo cultural do país. Ao fim de um ano, a completa ausência de uma linha condutora sobre esta temática é não só confrangedora, para uma urbe que se procura afirmar inter pares, como é reveladora da escassez de ideias que atravessa o actual executivo. Para que não restem dúvidas, património também é cultura, Sr.ª Vereadora.
 
Temos portanto, que ao nível de políticas culturais pouco há a registar, excepto talvez a adopção de um certo estilo "eco-pimba-urbano", com laivos de uma tentativa de apropriação de conceitos preexistentes. Onde já vimos nós um Jardim no centro histórico? Será a imitação mais um sintoma que nos alerta para a total falta de rumo? Por um lado, será demasiado tarde para resgatar Ana Paula Santana do esquecimento? Por outro lado, será demasiado cedo para uma remodelação na vereação?
 
No entanto, este Natal, o executivo parece querer comunicar uma mudança, para tal deixa-nos maravilhados com número de luzes LED. Sim, LED é a luz, do futuro, que vai encobrir, no presente, a total ausência de estratégia, conceito ou ideia de cultura.
 
Neste momento, no centro histórico, a pérola da cidade, o coração da acção é uma gigante tenda-cobertura plastificada onde as magnólias parecem encurraladas e asfixiadas para darem lugar a uma pseudo-estufa de estrelícias e palmeiras cujo habitat natural é tão tropical como a ideia de as cultivar no inverno beirão. Se a ideia pega, para o ano arriscamos a ver os confrades petizes vestidos de tupi-guaranis a levarem a cabo entronizações temáticas.
 
Fazer a diferença a todo o custo, sem um plano claro, não serve a cidade. Fazer diferente só porque sim demonstra a total neurose com a possibilidade que de uma noite de nevoeiro possa chegar, vindo de Bruxelas, o nosso D. Sebastião. E Viseu precisa de tudo menos de um executivo que dança ao som de um disco vindo do passado. Um executivo forte não tem medo do legado que assumiu, respeita-o, mas sabe trilhar o seu caminho sem cair no erro de atirar dinheiro e luz para cima do mau gosto na esperança de que dali surja algo de positivo.
 
Até quando estarão os viseenses dispostos a assistir do camarote a um gasto desnecessário dos seus recursos financeiros e do seu tempo em "manifestações culturais" de segunda na cidade que se quer "A terceira"? 

In: Rua Direita

domingo, 30 de novembro de 2014

Tribunopédia I

Cidade-Região: [nome feminino, derivado do latim civitate e regione; cidade e região quando juntas são palavras de composição morfossintática, sendo de sentido pleno quando usadas separadamente. Pertencendo ainda à classe dos nomes, sub classe de nomes comuns.] "Expressão bengala", usada por políticos do concelho de Viseu, sem necessariamente ter qualquer adesão a uma realidade seja ela geográfica, política, cultural, económica ou demográfica. Exemplo prático: Ao dizer "Vou ali à Cidade-Região!", o sujeito está a referir, a terceiros, a sua intenção de ir ao centro urbano do concelho de Viseu, nada mais do que isso.

sábado, 29 de novembro de 2014

Praça D. Duarte

 
 Caro Sobrado, se não der muito trabalho, envie com a maior brevidade possível os senhores da recolha do lixo à Praça D. Duarte. Acabo de lá passar e percebi que um jardineiro menos consciente despejou por lá entulho, veja que até deixou para trás um portão.

Um grande abraço,
Miguel Fernandes.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Plástico é fantástico!

(Foto do Município)

"Tão bonito. Bora recolher assinaturas pra plastificar a quente as pinturas do Grão Vasco. Humidade, não nos vencerás!"*
 
*Aproveito o comentário de Malter Wartins e faço minhas as palavras de Tochapestana, sôdona Odete, "compra plástico é fantástico, dura sempre muito mais do que tu".

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Coçar a micose

 
Doutor Almeida, Sôdona Odete, Doutor Sobrado, se queremos fazer disto o terceiro pólo cultural, que tal "Coçar a Micose" em Viseu?

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Viseu a melhor cidade para aterrar!

Tendo em conta o que se passou nos últimos dias a C.M.V deve exigir que se lance a operação com o pacote "The ex-Prime Minister Package". Este pacote promocional deve incluir viagens Viseu-Paris, em executiva, com direito a três noites de dormida, na cidade de Viriato, num quarto de hotel confortavelmente decorado como uma cela. 
 
 
 Despachem-se, avisem o Sobrado. Digam que vão da minha parte que isto tem pernas para andar!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Olho de Gato


Caro Olho de Gato, a oposição em Viseu não existe. A oposição de que nos fala Almeida Henriques é ser mitológico, sem qualquer base lógica ou racional, ao nível de uma cidade-região ou mesmo de um centauro, tudo muito interessante para fazer longos discursos mas inexistente na vida real.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Entretanto...

A lista Mais Pela JSD apresentou o seu Manifesto Eleitoral,  já a lista Agarra a tua Geração evita dar sinais de vida...

Dez ideias de negócio para a incubadora*

 
1- Barbearia hipster;
2- Tabacaria;
3-  Salão de massagens tibetanas;
4- Café com esplanada;
5- Casa de cópia de chaves e impressão de matriculas;
6-  Lavandaria;
7- Hamburgueria;
8- Casa de Gomas;
9- Máquinas de venda automática de sandes;
10- Imobiliária.
 
*Porque o edifício já está pronto e o empreendedorismo tuga não é para meninos.

A Tribuna do Leitor



Recebi fotografias que provam que:

i) A moda dos banhos públicos foi breve, pois a piscina desapareceu.

ii) Ao fim de um ano de abandono o Parque Urbano da Aguieira parece a Amazónia profunda. Excelente para ser visitado por quem não tem disponibilidade para viajar ao Brasil;

iii) A oposição não existe;

iv) Os peitos da Jennifer Lawrence são fofinhos.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Jota SD

Depois de agendado o debate, enquanto uma jota lança ideias a outra jota aparece e tenta agarrar uma geração via sondagem telefónica. A pergunta "Já decidiu o seu sentido de voto?" apenas merece como resposta "Já apresentaram ideias?".

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Dez razões para uma nega!

1ª: "Nunca tendo sido convidado para nada, pelo que também não fazia sentido ir a esta cerimónia."

2ª: "Tendo sido cortado do protocolo e não estar a ser tratado da forma que considera correcta, são razões mais que suficientes para justificar a falta."

3ª: "Até podia ter alegado que não ia estar presente porque tinha o conselho nacional, mas prefiro invocar outras razões. Aliás, o facto de nunca ter sido convidado já é razão suficiente para não ter que invocar outras razões."

4ª: "Cheguei à conclusão que não me querem nas cerimónias e por isso não vou a nenhuma, quer dê jeito ou não"

5ª: "Até podia ter alegado que não ia estar presente porque tinha o conselho nacional, mas prefiro invocar outras razões. Aliás, o facto de nunca ter sido convidado já é razão suficiente para não ter que invocar outras razões."

6ª: "Deixei pronta a Quinta da Cruz, a Casa da Ribeira e a Incubadora na Rua Formosa, mas não sei como elas estão. Não fui convidado. Assim como não percebi porque não me convidaram para a inauguração da Feira de São Mateus nem para o jantar que houve com o primeiro-ministro."

7ª: "Isto é não ter consideração por alguém a quem se quer entregar um galardão. Não tem sentido o Viriato de Ouro, mais valia uma moção de censura"

8ª: "Queixa-se de ser tratado de forma pouco correcta e digna: "Até cartas registadas me enviaram, nem um telefonema podia ser feito." (...) "Não sei de onde veio este tipo de comportamento." (...) "Ao inicio ainda pensei que fosse esquecimento o facto de não ser convidado, mas depois de dez vezes já é uma decisão deliberada""

9ª: "O ex-autarca gostava ainda que a cerimónia de entrega do galardão fosse numa outra ocasião, recordando que das duas vezes que o entregou assim fez e combinou as datas com quem o ia receber."

10ª: "Quanto a este Viriato de Ouro, o ex-autarca diz que ponderará recebê-lo se "estiverem interessados em mudar o relacionamento, se as pessoas me tratarem com a dignidade que mereço e numa cerimônia autónoma", de outra forma, sustentou, "não há condições para receber o galardão".

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Espírituoso


"Em vez de um Viriato de Ouro, mais valia uma moção de censura"*



*Fernando Ruas in Jornal do Centro

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Notas sobre a jota



1ª. A concelhia de Viseu da JSD existe.
 
2ª. A concelhia de Viseu da JSD tem líder (esta não é novidade é, mais, uma dúvida).
 
3ª. A concelhia de Viseu da JSD vai ter eleições.

4ª. A concelhia de Viseu da JSD pode e deve realizar um debate.
 
5ª. A concelhia de Viseu da JSD tem um candidato assumido.

6ª. A concelhia de Viseu da JSD tem um candidato pronto a debater.
 
7ª. A concelhia de Viseu da JSD tem uma segunda lista (ainda não assumida).

8ª. A concelhia de Viseu da JSD tem uma segunda lista que não pode recusar o debate.

10ª. A concelhia de Viseu da JSD para representar a juventude tem de falar para fora.

11ª. A concelhia de Viseu da JSD tem aqui uma oportunidade para fugir ao "cliché jota".

12ª. A concelhia de Viseu da JSD tem aqui uma oportunidade para fugir ao caciquismo.

PS: São novos demais para não perceberem as regras da democracia e como tenho aqui um post sobre a Molly Young ainda encravado, se me obrigam a voltar a escrever sobre a necessidade de realizarem um debate, não vai ser bonito.

Um ligeiro apontamento

O reconhecimento efectivo do povo ao trabalho de um político  faz-se em local próprio, as eleições. Aí o povo sempre reconheceu o seu valor, eleição após eleição nunca deixou de expressar reconhecimento. Por outro lado, o povo nunca ofereceu títulos, comendas, medalhas ou distinções públicas, isso sempre foi tarefa do poder com a qual o povo poucas vezes concordou. Não é por acaso que surge a expressão: "Foge, cão, que te fazem barão! Mas para onde, se me fazem visconde?". Ruas limitou-se a fazer o que o povo ordena "fugiu", "desviou-se". Ruas nunca deixou de ser do povo e isso tem valor.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Carta a uma jovem socialista



 
Cara Adelaide perdoe a intromissão, no entanto permita o esclarecimento.
 
Independentemente da boa vontade que a menina e a sua concelhia apresentem, e não duvido que ela seja o farol que guia toda a sua acção política, o PS Viseu não muda, nem mudará, no estilo ou no conteúdo. É um problema histórico, sendo demasiado complicado para ser dissecado na meia dúzia de linhas que aqui lhe deixo.
 
À vista desarmada, quer-me parecer que este é um problema genético, pois surge como transversal a todas as gerações de socialistas viseenses; sendo também do foro psiquiátrico pois nada justifica que gente aparentemente sã se sujeite, mesmo que por curtos períodos da sua vida, a determinadas circunstâncias. Depois, claro, temos os casos patológicos e consideravelmente mais graves daqueles que nas últimas décadas nada conseguiram fazer da vida, excepto política (que devem ser analisados à parte).*

Todavia, preocupado com o seu bem-estar, o conselho que lhe queria transmitir é o seguinte: Desista, pela sua saúde, desista já!
 
Bem vistas as coisas, não vale a pena bater em "cegos-que-não-querem-ver" ou grandes esforços da sua parte para mudar algo que mais ninguém quer mudar. Se há coisa que o tempo nos ensinou é que burro velho não muda e que por mais boa vontade que exista entre "socialistas honestos" o PS Viseu é, para todos os efeitos, um burro velho.
 
Lamento ser eu a quebrar-lhe assim a inocência, mas a realidade é que a luta pelo poder envolve muita mesquinhez, bastante ignorância e uma dose anormal de caciquismo.
 
 
Cumprimentos,
 
Miguel Fernandes

*: Se entender estarei disponível para desenvolver, de modo mais alargado, esta visão.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Muito bem...

 
Dr. Almeida Henriques, não se admire pois que o povo aguarde nova madrugada de nevoeiro, lá para 2017. Afinal de contas, uma pessoa que dedicou um quarto de século da sua vida à cidade merece mais, merece muito mais. Atenção, que povo não é ingrato!
 
PS: É impressão minha ou até a cidade parece mais suja?  

Alerta


Ainda aguardo convite para jantar da parte da menina Sobral.

Monos

 
Caro Jorge Sobrado, na esperança de transformar Viseu na melhor cidade para visitar, substituam os "monos", que ladeiam a estrada, por outros com menor impacto visual. Aquilo é tão feio que dói.



A gerência agradece.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Concorra


A Tribuna já concorreu com a frase: "Vinho Dão o Viagra do Beirão."


PS: Se não ganhar, desde já agradeço o prémio de consolação da Pfizer!

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Conhece a tua Jota


Conhecemos a nossa jota quando a sua Comissão Política, que terminou o mandato dia 08 de Setembro, marca uma actividade para dia 15? Sim, conhecemos. Não pelos melhores motivos, mas conhecemos.

O melhor do Dão

 

Dão Party Irreverente


O arraial mais catita das vindimas é já no próximo Sábado, nos claustros do Museu Grão Vasco. Há a promessa de belas moças e melhores cançonetistas. Ide distintos cavalheiros, ide. É já no Sábado!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Um tasco à séria!


Tendo em conta que o vinho é qu'induca e o fado é qu'instrói quando A Tribuna for um tasco à séria escrevo posts desta, desta e desta natureza! Até lá continuam abertas as candidaturas a musa deste espaço, advirto que a média da última classificada será superior à do IPV*.





*Obrigatório o envio de foto de corpo inteiro [atribunadeviseu@gmail.com]. PS: Não aceito SPAM!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Viriato D'ouro

Depois de terem soprado para a imprensa nacional a informação sobre a idade da reforma não há necessidade de desvalorizarem a entrega do Viriato de Ouro. Colocar Ruas numa lista comum de homenagem é arriscar a que o ciclo de dez anos acabe em quatro. O povo poderá não reconhecer os textos de Maquiavel, poderá não saber de estratégia política, mas recusa frontalmente a menorização do trabalho de terceiros. Ruas merece uma homenagem sóbria, mas individualizada, não haja confusões, meus caros. Digo eu que nunca fui da última década do Ruísmo.
 

Da falta de eficiência

 A verdade é que Ruas fazia notícia mesmo sem gabinete de imagem e comunicação. Bastava, numa AM qualquer, usar as palavras "pedradas" e "ambiente", na mesma frase, e Viseu aparecia em tudo o que é órgão de comunicação social criando assim uma "marca".

De primeira


Livres finalmente, livres finalmente. Obrigado Jorge Sobrado, somos livres finalmente (da ditadura da fila).


Ps: Já só falta água de primeira (de facto).

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Actividade Sénior

A Actividade Sénior é um programa respeitável, ninguém discorda. A verdade é que este ano, de modo a apagar a marca Dr. Ruas, finou-se a Malafaia e nasceu o "Arraial Beirão". Novidade é a visita a Fátima (de autocarro), numa terra onde já se pode ir à Madre Rita (de joelhos).

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

DROM


Duas visões diferentes sobre o mundo dos sonhos, das 09h às 20h, até 22 de Setembro.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Visão



"Oh squiggly line in my eye fluid. 
 I see you lurking there on the periphery of my vision. 
 But when I try to look at you, you scurry away. 
 Are you shy, squiggly line? 
 Why only when I ignore you, do you return to the center of my eye? 
 Oh, squiggly line, it’s alright, you are forgiven."

Para quando?

Boa, boa! E agora: para quando a referência multibanco nas cartas do SMAS?

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Atrás de mim virá...

Entretanto no Rossio, porque 2017 é já amanhã, tenta-se acabar com o mito Ruas. Diz o povo e com razão: "Atrás de mim virá quem de mim mau fará."

sábado, 16 de agosto de 2014

Inatingível

 
Quando eras inatingível, foi nessa altura que te desejei mais. Não agora que caminhas entre nós.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Poupadinha a Srª Expovis

Se metade do orçamento for para bandas, por 130€, podemos esperar perto de 4000 espectáculos, ou seja umas estrondosas 60 actuações por dia. Ou é o Tony Carreira que me está a estragar as contas?

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

X.U.N.G.A.R.I.A no chão

 
Um símbolo transporta consigo uma ideia. Este símbolo obviamente é efémero. Tal como ele a ideia não sobreviverá à próxima chuvada.

domingo, 10 de agosto de 2014

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Nós comunicar

Os "Jornais do Povo" trazem a feira. A feira é do povo. Ao povo o que é do povo, mas não vamos abusar.

Gato atento vale por dois

 
2. "A “requalificação” da estrada Viseu-Sátão foi um fiasco. Onde havia uma estrada má, há agora uma rua engarrafada. Uma irritação. Aquelas obras mereceram sempre o repúdio do dr. Ruas. Já o presidente da câmara do Sátão deixou-se na altura calar com a promessa que lhe iam fazer, mais a leste, uma estrada nova.
Ora, no mês passado, de fininho, o secretário de estado Sérgio Monteiro veio “prometer” que o governo fazia a tal estrada nova desde que os municípios do Sátão e Viseu pagassem. Pediu-lhes que estivessem “disponíveis para comparticipar”.
Em Viseu, estranhamente, ninguém se opôs a esta ideia peregrina do secretário de estado das infraestruturas.

Nem a "situação” — que vai entretendo os viseenses com propaganda e orçamentos participativos da treta.
Nem a "oposição" — cuja maior preocupação é o chá de António Almeida Henriques nas inaugurações.
Mas há pior, muito pior: a seguir, o presidente da câmara de Viseu mostrou-se disponível para entrar com dinheiros municipais na tal estrada nova. António Almeida Henriques propõe-se derreter dinheiro dos impostos municipais em obras do governo.
Sem esconder a sua irritação, o dr. Ruas acaba de reafirmar a vontade de regressar em 2017. Com muitas destas, o homem regressa em ombros. A uma câmara falida."
 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Volta Ruas

Uma parte do PSD pensa "volta ruas", o PS (e bem) não esquece Ruas e Ruas não esquece Viseu. Como o amor platónico é para meninas, esperamos por Ruas pois até já temos saudades da Santana.

sábado, 2 de agosto de 2014

Manifesto Anti-Feirar – E por extenso


Feirar, basta pum basta!

Uma geração, que consente deixar-se representar por um Feirar é uma geração que nunca o
foi!
É uma resma de maus beirões e de vendidos, e só pode Feirar abaixo de zero!

Abaixo o Feirar!
Morra o Feirar, morra! Pim!

Uma geração com um Feirar à proa é uma canoa uni seco!

A vestuta Expovis não saberá gramática, não saberá sintaxe, mas saberá fazer feiras
para dúzias, saberá tudo menos programar que é a única coisa que ela faz!

Feirar pesca tanto de Cultura que até faz sonetos com Emanuel, Canários e Carreiras.

Feirar é de habilidoso!
Feirar é vestir mal!
Feirar é usar ceroulas de malha!
Feirar é Feirar!
Feirar é Júlio de Matos.
Morra o Feirar, morra! Pim!

E o Feirar teve claque! E o Feirar teve palmas! E o Feirar agradeceu!

O Feirar é uma TERÇA-FEIRA!

O Feirar nasceu para provar que, nem todos os que escrevem sabem escrever!
O Feirar em génio nunca chega a pólvora seca.

Feirar é horroroso!
Feirar cheira a Pavia!
Morra o Feirar, morra! Pim!

Se Feirar é ser português eu quero ser romeno!
Feirar é a vergonha da intelectualidade! Feirar é a meta da decadência!

E ainda há quem queira Feirar.
E quem tenha dó de Feirar!
E ainda há quem duvide de que Feirar não vale nada, e que não sabe nada, e que nem é
inteligente nem decente, nem zero!

E fique sabendo que o Feirar, se um dia houver justiça em Portugal todo o mundo
saberá que o asno que aspira a Feirar é memorável.

Mas não julgais que isto se resume a literatura portuguesa? Não! Mil vezes não!

Temos, além d'isto Água de primeira, Viseu melhor cidade para viver, mas Feirar é à terça!

E os concertos do Barreiros! E a cueca a um euro, a mala marroquina e o cheiro a
churro. E tudo o que seja arte em Viseu! E tudo! Tudo por causa do Feirar!

Morra o Feirar, morra! Pim!

Power Trio

 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O PS igual a si próprio


Até podem acusar uma "certa" esquerda de caciquismo, mas não podem acusar a "outra" esquerda de falta de humor. 

domingo, 27 de julho de 2014

#PorAmaisBconquistamosC

Caros amigos, simpatizantes e militantes.

Estando oficialmente vago o lugar no coração de C venho, após bastante ponderação, apresentar a minha candidatura como cabeça de lista ao mesmo orgão.

Foi em nome de todos os que me acompanham e com grande espírito de sacrifício que aceitei encabeçar a lista da candidatura:  #PorAmaisBconquistamosC .

Sendo em última análise uma decisão pessoal esta candidatura teve um forte impulso na sociedade civil. Sem falsas modéstias se não fossem vocês eu não estava aqui, assim quero endereçar uma palavra de agradecimento a todos os que me apoiaram e acompanham desde o primeiro minuto, prometendo honrar a confiança que todos os dias depositam na minha pessoa.

Quero também referir que esta não é uma candidatura a lugares é uma candidatura de ideias. Em breve apresentaremos o programa eleitoral que teve a contribuição da sociedade civil, de vários amigos, militantes e simpatizantes. Mais tarde apresentaremos os nomes das pessoas que me acompanham nesta candidatura. A todos eles o meu obrigado.

Não posso terminar sem dirigir uma palavra às candidaturas adversárias e sem desejar que o período eleitoral decorra com a devida dignidade.
Da minha parte não haverá espaço para política baixa, ataques pessoais ou manobras mesquinhas. A bem da democracia interna de C, espero que a campanha bem com as eleições decorram com a máxima normalidade democrática.

Sem outro assunto,
Miguel Fernandes 
 
#PorAmaisBconquistamosC
 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Senhora da Beira

Toda a gente diz: "Isto já não é o Senhora da Beira de outros tempos". Começo a dar-lhes razão! Nem uma linha sobre a principal entrevista do fim-de-semana.


Ps: Falta o link, mas vocês sabem do que estou a falar.

Hey, Sobrado!

- "Sobrado, chama aí o Sr. Dr. Almeida Henriques. Agradecido!"
- "Oh Sr. Dr., não seria melhor fazer aí uma auditoriazita para separar o trigo do joio?"

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O Gang


O Gang dos candeeiros voltou a atacar. Primeiro estes, agora os da foto!

Rede de vias cicláveis

A avançar, a rede de vias cicláveis, é não só uma boa notícia como é uma excelente notícia.


Ps: Sim, leu bem, dois posts quase seguidos a elogiar o executivo. Mas para o leitor não pensar que amoleci para breve prometo um post a malhar na oposição.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Tchekhov nos Jardins Efémeros

 
Esta noite confesso: Não ia preparado para dar de caras, num edifício lindíssimo no entanto devoluto, com o poeta das vidas fracassadas. E lá estava ele alimentado por um ressentimento, daqueles que só os russos sabem fomentar, preparado para um mano a mano, de sala em sala e através de corredores, numa sequência avassaladora de ganchos de esquerda, de diálogos complexos, tragédias humanas e amores desencontrados; seguidos de poderosos ganchos de direita, de vencidos da vida, decadência burguesa e frustrações sociais. E eu , munido de um forte sentimento de dever, dei luta, fui às cordas por duas vezes e por duas vezes fui assistido por médicos incompetentes já alcoolizados. No fim, com a com a típica resignação dos homens inteligentes caídos em desgraça, fui ao tapete nocauteado por toda a força dos soviéticos. Tudo isto para vos dizer que perdi um incisivo mas também o coração naquele edifício, da Rua do Comércio nº 94,  e a culpa é inteirinha do Tchekhov.
 
 
A não perder nos Jardins do Costume!