sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Trento na pastelaria

Entre um atendimento péssimo, uma torrada queimada e meia de leite fria penso em protestar, escrever 95 teses, pedir o livro de reclamações, fazer uma reforma, uma contra-reforma e chamar o santo ofício vulgo Asae. Depois, não me chamem de Lutero das Beiras.

Hoje acordei


Com um bigode assim

Acidente eminente

Guilherme Almeida e Fernando Ruas andam em desacordo. Alguém tem de ler as regras de circulação!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Quem vem fumar?



Tapem a tusa do reallity show, venham acompanhar o flow. Às 23h na feira do costume.

De Viseu a Moscovo


1.       Viver Viseu: Se é um facto que a relação que desenvolvemos com o ambiente que nos rodeia diz muito de nós, torna-se inevitável questionar: Que relação têm os Viseenses com a cidade? Encaram-na de frente, de lado ou simplesmente estão de costas voltadas? Que valor atribuem ao centro histórico, aos espaços públicos e à vida em comunidade? Os novos palácios do consumo, são uma mais-valia ou apenas imponentes bunkers que ditaram o fim do comércio tradicional? Já a vida moderna, o grande normalizador social, diluiu as especificidades locais? Será que viver em Viseu ou num subúrbio de metrópole é exactamente a mesma coisa? Será algum dia a mesma coisa? Em abono da verdade, dificilmente encontraremos um viseense que não tenha, sobre a cidade, opinião formada e confirmada por anos de experiência vivida ou mera observação empírica. Grosso modo os nossos conterrâneos lamentam o abandono do centro histórico; reconhecem que iniciativas como Prove Dão Lafões e Jardins são boas, mas efémeras; compreendem a difícil dialéctica entre dar vida à noite e dar vida ao dia nas tortuosas ruas do centro; são favoráveis à instalação de lojas âncora e espaços de referência – com horários adaptados à vida moderna-, factor primordial para a criação de empregos, fixação de população e alavancar a recuperação imobiliária; também esperam que a cidade se afirme como uma referência turística; e por último são orgulhosos defensores da sua identidade. Numa Viseu perfeita é fácil imaginar um centro amigo dos pedestres e sem carros; resolver os problemas dos idosos que ali permanecem evitando o ruído da noite e os "vazios" que se instalam; aumentar a segurança e moralizar horários de espaços de diversão nocturna. No entanto, a realidade encarrega-se de nos mostrar o quão longe estamos da perfeição. No decurso do próximo ano será importante para quem tiver pretensões a exercer o poder que nos esclareça sobre a sua relação pessoal com a cidade. Resta esperar que não seja mais uma relação conformada, em águas-de-bacalhau, à espera do divórcio.

2.       Viver Museus: Sem sair do centro, temos uma magnífica exposição sobre S. Teotónio no Grão Vasco. O leitor ultimamente passou no Grão Vasco? Sabe que aos domingos de manhã não se paga entrada? Tem planos para este fim-de-semana? O que espera? Já conhece o Museu, o nosso museu, o museu da cidade? Já agora, o que é feito do Moreira, não o da Feira mas o Almeida? Mais a norte, o Quartzo fecha nos feriados? Um espaço dedicado à arte moderna para quando?

3.       Viver em Riot: Na Rússia, ex-paraíso para uma geração de intelectuais, três membros da banda Punk –filho mais violento e sujo do rock- Pussy Riot foram condenadas, por “hooliganismo motivado por ódio religioso”, a dois anos de prisão. Musicalmente, as jovens não são os The Clash. Os riots que advogam nada têm a ver com a guerra civil espanhola, elas estão totalmente comprometidas com a liberdade e o feminismo russo. Esta sentença é um exemplo de como dentro das fronteiras russas convivem dois países, um moderno e ocidentalizado e outro feudal e isolacionista. 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

domingo, 26 de agosto de 2012

B


"..Se estás com medo da matilha liga ao tio maçon,
ele que mande o regicida desligar o som.
Guarda bem a tua amiga, isto não é o fon-fon-fon,
estou a vê-la convencida que afro-xula é mesmo bom
não te apanhe a curtir…

…Sei que a cada homem cada sonho, 
sou mais uma presa do medronho.
Pedem-me um roteiro de viagem,
mas eu nunca cantei uma mensagem.
Felizmente ainda há prazer
navegar, navegar, navegar
a nação a renascer..

Domingo

O casamento dá sinais de querer avançar sobre a minha geração, com o mesmo vigor com que exterminou todas as anteriores. Hoje a resistência chora a partida de mais um valoroso combatente. 

Sábado na Feira


Há poucos minutos os The Gift encheram a feira de música.

sábado, 25 de agosto de 2012

Lua de Viseu II



“...And she was walking on the tables in the glass house,
endearingly bedraggled in the wind,
subtle in her method of seduction.
The twenty little tragedies begin...”

Lua de Viseu I



“…And it's a lot to ask her not to sting and give
her less than everything,
innocence and arrogance intwined…” 

Leitura de Sábado


E Portugal ainda é um Estado? 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Do contra


Sempre que o suplemento Ípsilon publica um artigo sobre Cat Power, fico com uma vontade férrea de ouvir Feist!

Avenida de Berna 26

Se a Tribuna não é para meninos, a Avenida de Berna 26 não é para meninas. Se o RG, numa nação palavrosa, privilegia o conteúdo, a AM, numa nação à beira do fanico, vai de férias para o Al-drop-the-l-garve... isto promete!

Do ócio

"Se isto fosse fácil eu não o fazia, se fosse difícil eu nem lhe tocava..."

Fachadês



"...Chegam flores do estrangeiro, já escolhemos o coveiro. Para mim é para queimar, mas não quero exagerar..."

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A Feira é Fixe



Onde mais encontrar Oliver Twist ao lado de Jim Morrison? Por doze euros, já descansam cá em casa. Vou regressar, ainda me falta o kit de prestidigitação. 

Post(a) Mirandeza


Porque os socialistas estão com fome.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Carta aberta


Ruas, é renovável?

Agenda

Dia 29, encontro com B Fachada na feira - cortei relações com as gillettes e já só escrevo em fachadês -. Dia 31, encontro com Jack White no coliseu. No dia 30, vou tentar encaixar António Albernaz no Madison Square Garden.  

Blogosfera local

Novidade na blogosfera local!

Auto-avaliação

Esta tarde, num conhecido espaço comercial, alguém pergunta: - "Afinal quem é o Miguel Fernandes?" Após uma ligeira pausa, para reflexão, respondi: - "Uma alma pura, que luta contra as injustiças locais, por encontrar uma livraria decente e um quiosque com títulos de referência". Por norma sou mau em auto-hetero-avaliações, mas desta até acho que correu bem.

Primeira palavra


"Oh, but it's so absurd for you to say the first word. So you're waiting and waiting."

Funeral

terça-feira, 21 de agosto de 2012

O espectro do Mundão


Este PSD não vai sobreviver nem a Guilherme nem a Almeida.

AJ


A Tribuna também adora o AJ.

O Rui subiu ao ringue... e não foi bonito!

O segredo


Uma fotografia de amanhã. Acertei? 

Price Tag

O calor aperta. Algumas cabeças não aguentam. As dúvidas instalam-se. Será exagerado cobrar 5 euros de entrada na feira em alguns dias? A resposta é simples: depende. Depende de quê? Pergunta o leitor. Em primeiro lugar, depende do que queremos para a feira. Queremos a mesma feira de sempre, ou estamos dispostos a pagar extra em troca de uma feira com um cartaz melhor? Em segundo lugar, depende do espectáculo que está associado a esse valor e à sua capacidade de atracção.  

Segunda na Feira


Há poucos minutos os The Ray Band encheram a feira de música.

domingo, 19 de agosto de 2012

Domingo na Feira


Há poucos minutos os Xutos encheram a feira de música.

Why Fry Matters



Fry tem razão. Quando andamos na universidade com políticos percebemos o quão estúpidos estes podem ser.

Domingo


Nestas coisas sempre preferi os de Tondela aos de Farminhão.

Os P´s de Domingo

Se por um lado o estimado Acácio nos fala das pútegas, por outro o Pedro conta as histórias das... hum....das...hum...de algumas habitantes que teimam a dar animação à Quinta do Galo.

Sábado na Feira


Há poucos minutos o David encheu a feira de música.

sábado, 18 de agosto de 2012

Feira & Libertines



Caro Moreira,

Para o ano faça-me este favor. Desculpe o incómodo, é que depois do chá das 5 sinto-me very british.


Cumprimentos,

Miguel Fernandes

Cid Vicious


Da mesma maneira que o Cid foi para o ouro, a Tribuna vai para a platina.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Seguro?

Aumentam os condutores sem seguro e perde-se a pachorra para políticos com Seguro.

Vi (de) Ver Viseu

Continuidade? What the schnitzel! Qual é o retorno? E a oposição não tem perguntas?

Deus Pátria e Família




"Faz sinal ao galo vencedor
Que esta dança é arriscada
Vai pela crista não vás num bom cantor
Que a cantiga está mal parada
Portugal está para acabar
É deixar o cabrão morrer
Sem a pátria para cantar
Sobra um mundo para viver
Chegam flores do estrangeiro
Já escolhemos o coveiro
Por mim é para queimar
Mas não quero exagerar
Não à glória nacional
Não á força não letal...
"

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Hoje acordei assim...


A vida que desejavam já não está disponível na loja? Não se preocupem. Tenho Gin em xícaras de chá, fico à vossa espera junto à cabine de fotos da estação. Não sendo 32 de Dezembro, parece-me que o dia vai ser fácil. 

The Talk Of Viseu


Na sua generalidade, os meus amigos, tudo gente com mais de um metro e oitenta, sofrem de uma espécie de complexo de Napoleão. Uns sonham conquistar o Nobel, outros um Pulitzer, dois ou três almejam um Óscar, outro já reservou espaço para um Grammy, um último, que não concluiu os estudos, sonha com a Bola de Ouro ou, em alternativa, uma noite na companhia da Irina Shayk, o que acontecer primeiro. Eu sou um tipo moderado, apenas espero pacientemente pela minha dose mensal da "The New Yorker". Imaginem como fiquei feliz quando hoje a L. as entregou à hora certa no local do costume. 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Ruísmo



Sempre que ouço Wagner, fico com vontade de marchar sobre Mangualde!

Época Bal(n)ear

Shake your money maker, baby! 

Wishful Thinking


Os meus leitores, os melhores do mundo devo referir, são tão gentis que não resisto a pedir um favor -ver foto a cima-. Quem quiser contribuir pode enviar e-mail para a Tribuna. Cheque ao portador também serve. Grato.

PS: Como sei que alguns de vocês são deputados ou vereadores não sejam sovinas.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A César o que é de César



O Bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro, recentemente criticou a reforma administrativa. Ora, D. Ilídio Leandro, pessoa de reconhecido mérito, nem ao mais intrépido ateu - ou leal oposição, como Deus prefere chamar -  necessita de relembrar a importância do cristianismo na construção da cultura ocidental. Este é um facto que nenhum alma de bom espírito negará. No entanto, viver num estado laico, não descurando questões de exercício de cidadania, implica que à igreja cabe zelar pelos paroquianos. Já ao estado cabe zelar pelos cidadãos. Misturas? Não, obrigado! 

Moreira, Noite e a Geração Up (Jornal do Centro)


1.       O que diz Moreira: Terá passado despercebida, junto da sociedade viseense, a entrevista, publicada na última edição deste jornal, a José Moreira. No entanto, para os mais atentos Moreira foi… Moreira. Dentro do seu estilo, lúcido, calmo, educado e assertivo apresentou um discurso estranho à anterior gestão da Expovis. Sim, estranho aos ouvidos dos senhores que garantiam um milhão de visitas anuais, mantendo uma tradição que apenas teve como retorno uma feira de espírito pimba, de costas voltadas para a cidade e sem qualquer noção de modernidade. Com Moreira descobrimos que vontade de inovar, vontade de criar, rejuvenescimento, tradição, futuro e trabalho fazem parte do léxico da “nova” feira, a feira volta a ser nossa. Mas devemos esperar uma volta de 180º já para esta edição? Não. Esta direcção convive bem com a ideia de que o caminho faz-se caminhando. De uma leitura atenta, às palavras de Moreira, podemos inferir que não é viável fazer tudo ao mesmo tempo, mesmo que a vontade não falte. Será falta de apoio por parte da AIRV e da C.M.V, ou apenas a crise financeira? Se é falta de apoio, como conjuga Moreira a sua vontade de fazer mais e melhor, ter melhores resultados, em suma de apresentar uma feira melhor, com a indolência de terceiros? Como conseguirá conduzir a feira de grande festa da região para a internacionalização? A resposta não é fácil, mas não restem dúvidas, Moreira entendeu o essencial: A feira é uma senhora de idade venerável - 620 anos. Já cá estava quando nós nascemos, provavelmente vai continuar por cá muito depois de morrermos, e é a noção da sua permanência e a necessidade de mudança progressiva que deve reger os seus responsáveis.

2.       Movida: A noite de Viseu é uma referência a nível regional. O que a torna especial é o facto de ter gente bonita, espaços in, espaços alternativos, cor, dinamismo e animação para todos os gostos. A noite de Viseu é cool. No entanto, existem alguns aspectos a necessitar de intervenção. Os responsáveis terão de prestar especial atenção a assuntos como licenciamento, regulação e fiscalização dos espaços de diversão, reforço do policiamento nocturno. A dinamização do centro histórico terá de ser feita sem prejudicar qualquer tipo de actividade e conciliando a vida diurna com a vida nocturna, só assim é possível repovoar o centro histórico

3.       Geração Up: Sou da geração de 80 apreendi o país em plena onda up. Se Portugal não tinha problemas, Viseu só tinha futuro. No cavaquismo-guterrismo todos pareciam jovens, em forma, viva o ginásio; abriu a bolsa, todos eram vencedores; o limite, mesmo para a broa, era o Guiness. Viseu crescia, está nos censos. Estação para quê se a rotunda nos fica tão bem? O rock vinha de um Tráfico que era Alternativo. Numa Avenida que era da Bélgica nasceu um Continente, mais uma rotunda, a cidade estava em festa. Deixámos o 127 na garagem porque as máquinas da Baviera é que são boas. A feira estagnava, mas os emigrantes enchiam o espaço. Prometiam a universidade, mas na Av. Europa é que estava o futuro. Nas ruas apareceu o frio de leste e o tropicalismo brasileiro, mas as nossas mães, felizmente, não são de Bragança. Ruas era grande, Ruas era o Mayor, Junqueiro que o diga. Acordo em 2012 cheira a fim de festa, tudo o que podia ser não se concretizou. Resta navegar por mares incertos e ter confiança no próximo homem do leme.

domingo, 12 de agosto de 2012

sábado, 11 de agosto de 2012

1986


Em 1986, enquanto lutavam pelo direito à diversão, os Beastie Boys lançaram um dos mais notáveis álbuns da história do Hip-Hop. Licensed to III, impregnado de rimas delirantes, continua, em 2012, a soar a fresco como no primeiro dia. 

Sábado


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

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Os grandes morrem de pé

Esta semana o incontornável Olho de Gato lembrou Gore Vidal. Gore polemizou como poucos, umas vezes com razão outras sem. Não sendo o meu favorito - o troféu é dos manos Hitchens- é impossível contornar a elegância estilística e profundidade intelectual dos seus ensaios ("United States 1952-1992"), dos seus artigos e das suas memórias ("Navegação Ponto Por Ponto"). Mas como surge um Gore Vidal? Acima de tudo é necessário dispor de adversários de reconhecido mérito intelectual, depois perder horas a fio entre leitura, escrita e reflexão, claro uma mãe decidida como Yvonne Jean (no caso dos ingleses) ajuda: - "if there is going to be an upper class in this country, then Christopher is going to be in it.". A elite local percebeu? 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O Vereador

Nos últimos meses, em torno da vida política local pairam nuvens de suspeição. O vereador da C.M.V, e também presidente da ADDLAP, Guilherme Almeida tem visto o seu nome referido nos jornais por razões pouco abonatórias. Não me proponho fazer qualquer tipo de julgamento, mantenho a presunção de inocência até prova em contrário. No entanto, tratando-se de dinheiros públicos e do direito à defesa do seu bom nome, estranho o facto do vereador em questão optar pelo silêncio. Guilherme Almeida, provavelmente mal assessorado, não percebeu que tem tudo a ganhar ao esclarecer esta situação de modo célere e cabal. Um comunicado, uma conferência de imprensa, declarações numa assembleia municipal ou mesmo uma entrevista teriam o condão de eliminar os rumores e suspeições. Optando por não esclarecer o que quer que seja, apenas avoluma o clima de suspeição. Como Miguel Relvas bem sabe, em política, viver sob suspeição é estar condenado à irrelevância. O que nos resta? Que Fernando Ruas, como líder do executivo e parte interessada nas actividades da associação, peça esclarecimentos. Caso entenda que não são suficientes, a retirada da confiança política ao seu vereador é o passo que se segue. Se Fernando Ruas decidir desvalorizar este caso, resta esperar que a oposição, na assembleia municipal, exija esclarecimentos. À mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta.

domingo, 5 de agosto de 2012

Mercado de Verão

Em plena época de defeso, o Avenida de Berna 26 foi ao mercado. Os 3 grandes que nos desculpem, mas com tanto talento europeu alheámo-nos do mercado Sul Americano. Nem Lucho, nem Aimar, a SM é o verdadeiro 10. Os senhores do S. Jorge perdoem-lhe a delicadeza, mas a menina ainda não domina os conceitos de suborno ou coacção

Felino

"I sometimes think it is because they are so bad at expressing themselfs verbally that writers take to pen and papper in the first place."

A Tribuna de Olho no Gato.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Simplesmente Fachada



“...Matar a velha das finanças ou ser verde e amoroso no Andanças a encher as freaks todas de esperanças e lembranças…”

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Viriato de bermudas


Caro José Moreira,

Oscar Wilde afirmava que resistia a tudo excepto à tentação. Viriato resiste a tudo menos a quatro piscinas. Blame it on the summer!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012