terça-feira, 31 de julho de 2012

Maçon de Contenças

Coelho, o Jorge de Mangualde, deixa um roteiro turístico e gastronómico. Claro que não se despede sem um mergulho na praia e sem deixar um mimo ao afilhado.

Viseu mexe

Digam lá se não estou no meio de grandes? Ups.... não foi por mal Rui (ainda espero ir ao congresso)!

Noites de Viseu



A literatura continua a ser a melhor companhia para dormidores ligeiros. Directamente da Sardenha, em papel, sempre em papel, chega-me Salvatore Satta que no seu estilo satírico e fluido retrata a vida na pequena cidade de Nuoro, no pré-guerra, partilhas de terras, a ambição mal disfarçada, pequenos ditadores, defeitos comuns e virtudes pessoais. Só mesmo uma linguista para me fazer recordar o inevitável destino comum. L. C. quando há boas livrarias por perto a vida parece civilizada, não é? 

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Viseu 40 graus! (Jornal do Centro)

                                      


1. Estado do Secretário: Na última semana, os mais atentos aos fenómenos das redes sociais puderam assistir em primeira mão, e em tempo real, a uma discussão entre um blogger (Viseu Senhora da Beira) e um secretário de estado. Deixo nestas páginas uma ligeira adaptação a um texto que publiquei originalmente, a 15 de Março, em atribunadeviseu.blogspot.pt: Uma lista de tarefas destinadas a mentes civilizadas: Política; Debate; Comunicação; Argumentação e Contra-Argumentação. Será esta curta lista uma verdade absoluta? Antes pelo contrário, estimado leitor. Os factos estão longe de o confirmar. A dura realidade é que, em Portugal, nunca se cultivou uma cultura de debate sério, aberto e livre. Sinal de que como povo não valorizamos a liberdade? Provavelmente. A qualidade do discurso político tem vindo a degradar-se, tanto a nível da linguagem, cada vez menos rica e articulada, como ao nível da capacidade argumentativa, paupérrima a rondar o miserável. Será que, estes factos se devem a uma descida do nível intelectual dos próprios agentes políticos? Salvo honrosas excepções, tudo leva a crer que, este fenómeno também é um facto. As dificuldades de comunicação com o espaço público tornaram-se evidentes com o advento das redes sociais. Os políticos encontraram novas ferramentas de comunicação, mas ironicamente não as sabem explorar. O fluxo de comunicação tem agora dois sentidos. Facto ainda não totalmente compreendido. É aí que reside a principal dificuldade da tribo política. Ao tradicional fluxo eleito - eleitor, juntou-se, o fluxo eleitor - eleito. Para C. Mueller (“The politics of communication, edição: Oxford University Press), a crise de autoridade política deriva, em parte, da má comunicação política. Não percebi… importa-se de repetir? O leitor pede um exemplo? O secretário de estado José Cesário, numa tentativa de defender uma publicação de gosto duvidoso nas redes sociais, apenas logrou esvaziar a sua função de ética e do sentido de estado que lhe está associado. Conseguiu, ao mesmo tempo, banalizar o diálogo, diminuir a opinião que o eleitorado tem sobre os políticos e lançar sérias dúvidas sobre a capacidade intelectual/comunicativa dos nossos representantes. Um serviço sem o qual a república ou os eleitores passavam melhor. Dignidade é necessária!

2. Vida Efémera: Nas últimas semanas, o centro histórico de Viseu, recebeu dois eventos de excelência (Prove Dão Lafões; Jardins Efémeros) que encheram as ruas de pessoas, sorrisos, cheiros, sabores e cultura. Ao mesmo tempo projectaram a imagem de uma cidade moderna, dinâmica, com vontade de fazer mais e melhor. No caso mais próximo, os Jardins Efémeros trouxeram cultura às ruas, aos edifícios e aproximaram o público local a diversas formas de expressão artística, tudo num ambiente atractivo. Expressão artística numa funerária não é comum, mas não deixa de ser uma forma inovadora de ultrapassar barreiras e colocar a fasquia mais alta. A mais-valia destes jardins é que funcionam como facilitador para que as pessoas tomem contacto com diversas formas expressão, como tal, convém garantir que este evento se transforma em tradição. Nota positiva para o facto de ambos os eventos terem sido desenvolvidos fora do âmbito autárquico. Esta é a prova de que existe, em Viseu, um movimento cultural, social e económico que em muito ultrapassa a vida efémera da Praça da República.

3. Valha-nos São Mateus: A poucos dias do início da Feira de São Mateus. A única certeza é a falta de uma visão estratégica a médio prazo (4-5 anos) para o desenvolvimento do certame. Enquanto a AIRV e a autarquia não assumirem a feira como uma referência incontornável para a vida local, continuaremos dependentes da eterna boa vontade de José Moreira e do seu grupo de trabalho.

Powerslide



Já patinam...

domingo, 29 de julho de 2012

Volta olímpica à rotunda



Estão abertos os Jogos. Fica a visão de Leni Riefensthal sobre os Jogos de 1936, ano em que Jesse Owens (ver minuto 28) irritou o bigode mais famoso do mundo. Viseu já também teve os seus momentos de glória, para sempre eternizados numa estátua sem cabeça. Obrigado Carlos.

Fim-de-semana

sábado, 28 de julho de 2012

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sexta-Feira



A Tribuna é rica em adjectivos. O Ministério da Saúde recomenda a sua leitura em doses moderadas. 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Cartas Marcadas

emrehliuG baralha e volta a dar. Convicto de que o pedido de demissão, ou algum tipo de esclarecimento, está eminente descubro que adiemlA garante que o filho é dele. Calma leitor, ainda falta o teste de DNA. No fim, não se admirem se os testes revelarem que Sandra Oliveira é mãe solteira. 

Quem te avisa...

Marta, a vida é feita de escolhas. Junta-te aos justos e serás recompensado, vende a alma ao Diabo e, como diz Passos Coelho, as eleições estão lixadas!

Andanças da ADDLAP


O Festival Andanças saiu de São Pedro do Sul. Falta de apoios? Com isto a Região de Dão Lafões perdeu um evento distintivo que colocava S. Pedro no roteiro cultural. Se a ADDLAP, no âmbito do PRODER, patrocina Blues rurais em espaço urbano não pode também apoiar Jazz urbano em espaços rurais? 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Grandes Punchlines




"I don't know much about classic music. For years i thought the Goldberg Variations were something Mr. and Mrs. Goldberg tried on their wedding night."

1953




Depois digam que o Bertrand não avisou. 

Mundão Folk


Do Mundão volta o Folklore! 

Caro José Moreira




Ontem, o meu amigo Jack White telefonou-me. Parecia preocupado, certamente problemas com alguma mulher. Será que a The Atlântic sempre tinha razão? Pelo que percebi, balbuciou qualquer coisa relacionada com o facto de não terem responsabilidade, sentido de culpa ou moral. Como eu o compreendo! Também adiantou que dia 30 de Agosto passa no Coliseu de Lisboa e terá todo o gosto em participar na Feira de S. Mateus.

domingo, 22 de julho de 2012

Domingo

Nos últimos meses "A Tribuna de Viseu" teve um aumento significativo de leitores. Apenas hype ou sintoma de função pública desocupada? Agradeço as visitas e prometo responder, em breve, a todos os e-mails pendentes. De acordo com alguns leitores, à Tribuna de Viseu falta uma musa, que atribua continuidade a todos os posts, por isso venho abrir concurso público internacional.

Para as interessadas em exercer essa função, obviamente não remunerada, enviem*1:

1 - Foto recente (35%)

2- Três edições da "The New Yorker" (35 %)*2

3 - Texto de 3000 palavras sobre os seguintes tópicos:

- Propostas para a resolução do conflito israelo-palestiniano (10%); 

- A importância de reler "O Mundo de ontem - Recordações de um Europeu"  no actual contexto da U.E (15%); 

- 24h na vida de uma mulher moderna (5%)


*1 - Entre parêntesis estão as cotações de cada ponto. 

*2 - Caso a edição seja dos anos 90 ou anterior, a candidata fica dispensada de responder ao ponto 3, sendo-lhe automaticamente atribuída pontuação máxima.

sábado, 21 de julho de 2012

anames-ed-miF

Não é para estragar o fim-de-semana... mas estou certo que  adiemlA emrehliuG é o contrário de Guilherme Almeida!

Viseu



Basta sair de Viseu... para ter a certeza que mais nenhuma cidade cheira tão bem!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Factor Guimarães

Chego a casa, avanço para o sofá, dou um passeio pela blogosfera, os meus olhos ficam reféns da discussão VSB - Olho de Gato. Aprecio o combate, ambas as análises são eloquentes q.b (tiro o chapéu e faço a devida vénia), no entanto noto a ausência do factor Guimarães. Nesta discussão, só posso estar de acordo com João Azevedo. Nas autárquicas não estamos apenas condenados a escolher um autarca, mas também escolhemos uma primeira-dama. Viseu pode não ser Paris, mas temos direito à nossa Bruni!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Provar Dão Lafões ou Uma Lição de Eficácia


Nos passados dias 6, 7 e 8 a zona histórica de Viseu encheu-se de animação. Muita gente, muito negócio, muita promoção de produtos da nossa região…
Com uma dinâmica de há muito desabituados, veio uma “equipa” de fora ensinar como se joga em casa. É bem verdade que, por vezes, de muito olharmos deixamos de ver. De muito ouvirmos ensurdecemos. De muito provarmos perdemos o gosto e etc., pelos restantes sentidos.
Parece que os autarcas de Viseu perderam a imaginação, despenderam a dinâmica em inutilidades, acomodaram o saber fazer num contentor sem utilidade.
Ouvimos as queixas dos comerciantes, da Rua Direita, da Rua do Comércio, da Rua Formosa… Eles dizem que ninguém lá passa. Eles referem que o centro se deslocalizou. Eles repetem que a noite perdeu a graça. Eles afirmam que o velho Mercado é uma desgraça.
E eis então que vem um autarca da periferia, com obra feita e crédito no mercado da acção, e eis uma comunidade exógena, e eis um grupo de pessoas eficientes e, de um dia para o outro, transforma-se o Adro da Sé num lugar cheio de gente bem-intencionada, que quer ver e provar os produtos Dão-Lafões. Que quer conviver. Mostrar-se e ser vista. Orgulhar-se de Viseu. Comprar produtos da nossa/sua terra.
Temos pois que o agradecer a quem veio de fora… dizer-nos o que fazer cá dentro. E dizer aos que estão cá dentro que é hora de seguir as boas práticas, perceber os bons exemplos… E até, porque não? ter a humildade de aprender e de perceber que a boa gestão dos dinheiros públicos não passa apenas por 5 milhões de euros de haver. Mas também pela excelente gestão dos recursos humanos, pela positiva comunicação, pela inovação… mesmo que seja recorrendo às práticas ancestrais das seculares “feiras”, apresentando o paradigma da novidade capaz de estimular e chamar, de novo, ao Adro de sempre, a gente de hoje.
Parabéns Carlos Marta! 10 dedos = 10 likes!


Autoria: Sofia Campos

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Semanas Viseenses (Jornal do Centro)

                                          

1.       Queixa na Deco: Caso o leitor tenha saído de casa nas últimas semanas é provável que se tenha cruzado com gente, aparentemente racional, a festejar os resultados de um estudo, aparentemente desprovido de qualquer validade científica, levado a cabo pela DECO. Entre a tribo local, o referido “estudo” passou a verdade absoluta: Somos a cidade portuguesa com melhor qualidade de vida. Nenhuma alma de bom senso, mesmo que socialista, negará que a cidade é esteticamente bonita, territorialmente organizada e limpa, que possui espaços verdes aprazíveis; que o tráfego flui com facilidade e que o viseense médio já não vive sem o centro comercial. Mas será que qualidade de vida se resume a estes atributos? E qual a importância que devemos indexar a factores como: oportunidades de emprego qualificado; capacidade industrial; desenvolvimento científico e tecnológico; actividade cultural dinâmica e diversificada? Factores que, para qualquer mente pós-vitoriana, fazem parte do léxico associado a desenvolvimento, constituindo-se como condição “sine qua non” para a existência de uma vida urbana moderna.

2.       Moscovo aqui tão perto: Em declarações a jornalistas, Fernando Ruas avançou com a ideia de eventualmente repetir uma candidatura à presidência da autarquia local após “cumprir” os 4 anos de “castigo” impostos pela lei. No plano legal, não tenho dúvidas que, caso avance, a atitude de Ruas respeita a letra da lei, mas respeitará o seu espírito? Será que tudo o que não está escrito sob forma de lei é aceitável? Numa democracia consolidada não devemos esperar de um agente político uma leitura política e legal mais abrangente? Num plano distinto, se esta ideia não surgiu dentro do contexto da conversa, porque avançou com a ideia dos três nomes no envelope? Tal facto não terá condicionado a democracia interna do partido? Todas estas questões remetem-me para Vladimir Putin e o artigo “The Civil Archipelago” assinado por David Remnick, na edição de Dec. 19&26, 2011, na Revista The New Yorker. A páginas tantas Remnick afirma que Putin, apesar da sua alta taxa de aprovação, com o anúncio da sua recandidatura, após o hiato imposto por lei, ultrapassou o ponto de não retorno. Ruas estará disposto a ultrapassar esse ponto, a partir do qual o seu futuro político será sempre menos glorioso do que o seu passado? Ou será mais prudente abandonar o palco “em ombros”? Quando tivermos resposta a estas questões, restará saber se algum dos três nomes está disposto a assumir o papel de Nedvedev de Ruas.

3.       Tondela na Sé: A iniciativa Prove Dão Lafões está de parabéns, não só dinamizou o centro histórico durante três dias, como colocou no mapa nacional esta região e os seus produtos, associando uma imagem de qualidade e competência aos produtores locais. Numa leitura estritamente política, Carlos Marta, com a sua presença, conseguiu reforçar a sua posição como pré-candidato à C.M.V, com ou sem PSD, mas com Fernando Seara a seu lado. 

domingo, 15 de julho de 2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Interioridade

           
Quando a decisão parte de Lisboa, somos eternos perdedores. É cada vez mais urgente que as nossas elites políticas, culturais e financeiras dêem voz a Viseu e reafirmem a nossa importância no contexto das cidades médias nacionais ou, em alternativa, estamos condenados a hillbillys lusos. 

No Reino de Hélder

Hélder, votos porquê? Concentrem-se nas autárquicas.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Em terra conservadora

As palavras de D Ilídio Leandro, Bispo de Viseu, com as quais qualquer "não crente" concordará, procuram defender um conceito de Humanismo Social esquecido entre os nossos agentes políticos. Um largo sector da nossa sociedade necessita de reler David Hume (ateu-conservador) de modo a recordar que o respeito pela natureza e dignidade humana não é apenas sinónimo de religião ou esquerda radical. 

Feira



A Expofacic é uma feira em crescimento. Como é que a organização reforça a notoriedade do espaço?

Em italiano



Tutto a posto e niente in ordine, Nandi Stradas!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Os dias de Viseu


Esta manhã, cheio de coragem, enfrentei o Leviatã. Como não poderia deixar de ser, o confronto saldou-se num ZERO EU, DOIS REPÚBLICA. Mas como duvidar da benevolência desta ditosa cidade se ao fim da tarde, no Parque Aquilino Ribeiro, após conversa civilizada com uma companhia de rosto simpático, mãos cuidadas, traços finos e cérebro polido, recebo os números em falta da Harper`s.

Campanha

Junqueiro avança com a pré-campanha. Junqueiro "himself " havia prometido a ligação Viseu - Coimbra. Após anos de despesismo (a grande festa socialista) e agora sem dinheiro tudo será mais difícil.

iCone - O Funicular da Apple


A Apple que se entretenha com o iPhone. Viseu tem o iCone!

domingo, 8 de julho de 2012

Dos subúrbios

Sem o marketing da Vinipax ou a grandiosidade da Feira de Vinhos de Lisboa, a Sé encheu-se de Dão, de Lafões, de viseenses e alguns turistas. Carlos Marta, o forasteiro de Tondela, distribuiu charme e trouxe vida ao centro histórico. Ironicamente Fernando Ruas pouco foi visto. Em futuras edições, o local de excelência, para realizar este certame, seria o semidefunto mercado 2 de maio. 

Domingo

Nunca me entendi com Humbert, o letrado professor não facilita a sua defesa. Já Dolores não pode ser diminuída a uma questão de simples rebeldia "white trash", Haze é essencialmente uma questão de tirania adolescente. Se o leitor nunca frequentou a adolescência, nem se cruzou com a tirania, arremesse a primeira pedra. 

Marta tem apoios que se farta



El Rei D. Sebastião, na figura de Fernando Seara, apareceu em Viseu. A encoberto de Judite de Sousa, e para desgosto de Almeida Henriques, distribuiu simpatia bem como apoio a Carlos Marta. Resta saber, quando é que Marta anuncia a sua candidatura.  

sábado, 7 de julho de 2012

Sábado



John Turturro lê Italo Calvino - Italian Folktales, 1956-

Marxismo



À pergunta: Gosta de Marx? Invariavelmente respondo: De Groucho? Claro. Agora digam que nunca escrevi sobre a extrema-esquerda!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Sexta-Feira




Coimbra...dificuldades em encontrar a "The New Yorker"... o tempo urge... acabo por ceder ao néon do centro comercial... nem assim! A Deco, no seu estudo, tomou em conta a oferta de revistas de referência? Estou certo que não. 

Boas Práticas


Boas Práticas

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Fenómenos e Epifenómenos



Se Rosa era Parks, Guilherme é Almeida. Se Rosa não se levantou, Guilherme também não. Parks transformou-se num fenómeno mundial, Almeida ainda não passou de epifenómeno local. Afinal de contas, entre Montgomery e o Mundão sempre são mais de seis mil quilómetros de distância.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Alô, Moscovo? Daqui Viseu


Junqueiro na cidade das maravilhas


Junqueiro visitou o Museu do Quartzo naturalmente gostou do que viu. Segundo Junqueiro, foi tudo bem pensado, o trabalho de Galopim de Carvalho valeu a pena e a autarquia fez um investimento inteligente. No fim da visita, consciente que dificilmente faria melhor, Junqueiro despediu-se do museu feliz por nunca ter ganho as autárquicas.


Ps: Será que já está exposto, no Museu do Quartzo, algum mineral local?  

Do alto da Sé



No interior, apesar de todas as dificuldades, há quem lute para atingir a excelência, há quem acredite que o futuro também passa por aqui e saiba que não devemos baixar os braços. Parabéns à Casa da Sé.

terça-feira, 3 de julho de 2012

História do Rock em 12 minutos



Até José Junqueiro bate o pé!

Disse flanela?


Entro numa superfície comercial, das que vendem livros como quem vende compotas, dou uma volta pelos corredores semi-cheios, centenas de títulos, autores da moda em abundância, não encontro  o que procuro. Dirijo-me ao balcão, sou atendido por uma jovem simpática com pele de porcelana:

- Boa tarde
-Boa tarde, posso ajudar?
- Sim, procuro: "Um Bom Homem é Difícil de Encontrar", da Cavalo de Ferro. 
- Quem é o autor?
- Flannery O' Conner. Autora neste caso. 
- Flanela Conner? Nunca ouvi falar. Quer dizer... flanela conheço... nos anos 90 esteve na moda , viva o Cobain (sorriso envergonhado)!

Caro leitor... não fosse a presença de diversos seguranças, conjugada com a minha crónica falta de tempo...

PS: América profunda, condição humana, conflitos sociais, religião, de tudo isto nos fala Flannery. Ler é obrigatório. 


Fernando Ruas



Ruas há muitos!

Mas tu queres ver?

Novo blog na cidade.... tudo a ir dar uma vista de olhos!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Geração X




Chamei a esta a "Geração Morangos", percebo agora que me enganei. Estamos perante a "Geração Sopranos"!

Quizz



O que faz Ginestal entre senhoras socialistas? Deduzo que seja uma palestra pseudo-feminista… quer adivinhar o tema?

A) Movimento Sufragista - Podemos votar, mas o cacique garante a deslocação e aponta o quadradinho.

B) Noam Chomsky - Comunicação de massas e caciquismo de esquerda.

C) Tenho buço e então? - História do feminismo e reflexos na identidade beirã.

D) John M. Keynes - Introdução à macro-gestão do orçamento doméstico em tempos de crise.

Carta aberta a José Moreira



Caro José Moreira,

Escrevo, com o intuito de o alertar para o facto de os espectáculos dos The Kooks e The Kills, no próximo dia 15, em Oeiras, estarem esgotados. Sendo esta uma injustiça equivalente à derrota Portuguesa em Alcácer-Quibir, ou mesmo à eliminação lusa no Euro 2000, espero que solucione o problema ao incluir estas duas bandas no cartaz da Feira de São Mateus 2012. Sem outro assunto e com o maior apreço pelo trabalho realizado aos comandos desta Feira, despeço-me.


02/07/2012
Miguel Fernandes

domingo, 1 de julho de 2012

Caixa de correio

Esta Tribuna, ao contrário do previsto, tem registado um aumento significativo de visitas diárias. Facto que estranho, mas agradeço! Com o aumento de popularidade, o e-mail (coluna ao lado) ressente-se. Nos intervalos da preguiça prometo responder a todos! Relembro, aos desatentos, que aceito: cheques ao portador, subornos, livros, iphones, álbuns de música, insultos, qualquer modelo da Alfa Romeo ou da agência da Fátima Lopes -apenas femininos, no caso da estilista- e pedidos de casamento se acompanhados de foto. Se os donativos forem significativos, prometo que faremos um jantar no Vimieiro, nas imediações da residência do Dr. Oliveira Salazar!